Alemanha

O século XX foi um tumulto para a indústria de vinhos da Alemanha, assim como foi o século XIX. Obviamente as duas Guerras Mundiais afectaram profundamente, tanto os trabalhadores como a produção e a distribuição.

Entretanto, a Lei do Vinho de 1930 fortaleceu os padrões e as regulamentações no âmbito nacional, criando a categoria de vinhos naturais (em oposição aos artificialmente adocicados), regularizando as combinações e abolindo a plantação das híbridas Américo-Europeias.

Do número indeterminado de castas germânicas, a grande maioria é de vinhos brancos. A mais fina é o Riesling, de longe a mais típica entre os vinhos alemães. Esta variedade é intensamente sensível ao solo e às características climáticas, mas muitos especialistas sentem que produz os maiores vinhos brancos do mundo. Outras castas brancas em destaque em território alemão são: Müller-Thurgau, Sylvaner, Gewürztraminer.

A Alemanha tem sido uma região vinícola produtora de vinhos brancos, e não cultiva muitas uvas tintas. Os vinhos tintos mais prestigiados são feitos a partir de Pinot Noir ao estilo de Borgonha com amadurecimento em carvalho, alta extracção e níveis de envelhecimento.

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