Nova Zelândia

As primeiras vinhas foram plantadas em 1835. Os hectares de vinha da Nova Zelândia tiveram um crescimento muito grande, mais do dobro, nos anos 90, passando de 4.880 para 13.000 hectares em 2000.

Enquanto o consumo de vinhos doméstico permaneceu mais ou menos idêntico, o interesse internacional aumentou a exportação no mesmo período, com mais de 20 milhões de litros vendidos para o exterior em 2000.

Praticamente três quartos dos vinhos da Nova Zelândia são de uvas brancas, predominantemente de castas francesas, com algumas uvas alemãs. A casta Chardonnay é a mais difundida, seguida pela casta Sauvignon Blanc, embora estas posições possam ser invertidas num futuro próximo. A Riesling e um pouco de Gewürztraminer, Pinot Gris, e Sémillon são outras variedades brancas presentes.

Para os tintos, a Pinot Noir é a variedade mais importante, que produz um grande número de vinhos, preparada para ganhar o mesmo tipo da atenção na Nova Zelândia assim como a Shyrah fez na Austrália. Em volume e importância a Pinot Noir é seguida por Merlot e Cabernet Sauvignon. As novas vinhas de Syrah, de Malbec, de Cabernet Franc e mesmo de Pinotage serão opções no futuro.

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